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EDUCAÇÃO,

CONHECIMENTO

&

ESPORTES



INTRODUÇÃO

EDUCAÇÃO & CONHECIMENTO

CAMINHO DA ESCOLA

FALTA QUERER

ESPORTES PARA TODOS

FONTES & LINKS




INTRODUÇÃO


Para o Brasil criar um gigantesco Mercado Interno de seus 200 milhões de habitantes, com alta renda e completa inclusão social, sem exceção de raças, o primeiro passo será UNIVERSALIZAR a educação, com grande acréscimo no tempo e na qualidade de estudo.


Os esportes deverão ter importância crescente neste esforço educativo, pois concentram os mais jovens e costumam deixá-los fora de atividades criminosas e distantes do ilusório sonho de serem jogadores profissionais de futebol como única saída da extrema pobreza que os aguarda geração após geração.


No Brasil, a educação ainda é vista pelos governos de todos os níveis como algo sem importância. O desempenho do ensino público é pífia e e muita coisa tem que mudar, a começar pelas prioridades de prefeitos e governadores.

 
No entanto, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009 mostrou que nem as caras escolas particulares, nem as públicas, mantidas com os impostos dos contribuintes, garantem ensino de qualidade.


Ainda assim, a pior situação é a das públicas: das 1.000 escolas com piores notas no último exame, 965 são públicas. O setor privado domina a lista do Enem, com 905 entre os mil estabelecimentos com notas mais altas. O exame de avaliação de quase 20 mil escolas mostrou que é grave o problema da baixa qualidade do Ensino Médio no Brasil.


A pesquisa impôs reflexões para os planejadores da educação no país. A primeira é sobre a urgência de enfrentar a questão da qualidade do ensino, seja nas escolas privadas ou públicas, promovendo condições materiais adequadas e estruturando um corpo docente competente e motivado. Uma segunda indica que os investimentos públicos nessa área estratégica não têm o retorno que a sociedade tem o direito de esperar. Mas nem precisava pesquisa para descobrir o que todo brasileiro sabe desde os anos 80.




EDUCAÇÃO & CONHECIMENTO


O governo federal pretende começar a mudar ese cenário desolador com programas pontuais, como o do piso nacional dos professores.


De início,
o governo pretende equipar mais de 180 mil escolas com computadores e serviços de acesso à Internet em banda larga, ainda nesta primeira década, com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST).


O segundo passo será distribuir conhecimento a todas as demandas, com amplos investimentos em centros de pesquisa, mestrados, doutorados, bibliotecas, museus, internet universal, etc.


A cultura nacional, nas áreas de televisão, cinema, música e literatura, será valorizada e reconhecida como setor estratégico para o desenvolvimento do País, com direito a empréstimos especiais e subsídios. Em contrapartida, todos participarão do esforço nacional pela universalização da educação & conhecimento.


Universalmente, toda criança em qualquer localidade (principalmente no Norte, Nordeste e grandes favelas metropolitanas), terá creche a partir de 1 ano de idade, onde receberá  todos os cuidados para seu perfeito desenvolvimento físico, emocional, intelectual e ético.


A completa falta de ÉTICA observada hoje na sociedade brasileira, em todos os locais e níveis sociais, tem conduzido os mais jovens a crescentes cenários de degradação humana e à visível desestruturação desta mesma sociedade. O Brasil inteiro carece de uma urgente política educacional voltada para os muitos valores essenciais.


Os mais de 2 milhões de professores dos ensinos infantil, fundamental, médio e profissionalizante vêm sendo prorizados, treinados e acompanhados por um consórcio nacional de grandes Universidades, coordenado pelo MEC, desde 2004.


Mães carentes serão estimuladas e apoiadas para poderem oferecer o melhor atendimento a seus filhos, serão educadas e também instruídas a como fazerem o necessário planejamento familiar, em prol de um futuro melhor, como já é de praxe nas classes mais favorecidas.


Para os necessitados, através do Programa BOLSA FAMÍLIA, será implantado ensino obrigatório de 14 anos de duração, com acréscimo de mais 2 anos de formação técnica profissionalizante para quem não for cursar ensino superior, com amplo acesso.


A formação pré-escolar será feita dos 3 aos 5 anos de idade e dará início a todo um urgente embasamento ético e moral tão necessário ao desenvolvimento de uma Nação. O ensino fundamental terá início mais cedo, aos 6 anos, indo aos 13 anos. O ensino médio será feito entre 14 e 16 anos. Teremos 3 + 8 + 3 anos = 14 anos. Mais 2 = 16 anos no total.



Escola



É com educação que um
país se torna soberano.




Será estimulado o ensino superior para triplicar até 2013 as 3 milhões de vagas atualmente disponíveis, universalizando o acesso (cotas e cursinhos pré-vestibulares, como na UERJ e na USP) e manutenção dos estudantes carentes e provocando uma real redistribuição da renda nacional. Igual esforço será aplicado a níveis de mestrado e doutorado.


Introduzir-se-á formação profissionalizante, em grande parte voltada para o futuro no campo e nas milhares de pequenas cidades, inicialmente, através das Forças Armadas para todo o contingente potencial anual, homens e mulheres (quadro superior a 2,5 milhões de pessoas), com verbas externas (ao seu orçamento) adequadas.


CÍRCULO VIRTUOSO


Transformar-se-á o programa social de Bolsa Família - lançado em outubro de 2003, em uma alavanca para o crescimento sustentável de comunidades e regiões, com o desembolso de verbas ligado ao incentivo e à exigência de contrapartidas, como educação formal, formação profissional, saúde preventiva e planejamento familiar com controle de fertilidade consciente  e responsável feito pelas próprias famílias (justo acesso a métodos anticoncepcionais largamente usados pela classe média).


Com essas contrapartidas, construir-se-á um CÍRCULO VIRTUOSO, levando milhões de excluídos a uma grande Reforma Agrária, e incluindo-os na organização de milhares de cooperativas no campo, pelo País, até mesmo com a ajuda dos projetos de biodiesel do Governo, como o da mamona.


Consequentemente, as grandes cidades sofrerão um positivo processo de emigração (para fora) dos explosivos excessos populacionais atuais, com estímulos indenizatórios. A renda nas cidades poderá voltar a crescer, trazendo novo desenvolvimento e qualidade de vida, fundamentais.


Com somente US$ 4 bilhões anuais, será possível atingir um universo de 68 milhões de pessoas (em núcleos de 15 milhões de famílias). Em 2009, o Bolsa Família já abrigava mais de 10 milhões de famílias em 5.463 municípios.


Tal investimento trará resultados por todos os lados: sociais, educacionais, econômicos (PIB), financeiros e produtivos. O tempo previsto de retorno dessa política de criação de um gigantesco
Mercado Interno era de 5 anos e deverá estar 100 % implementado em pouco tempo.


O pagamento de juros e amortizações da dívida pública interna do país custa ao Tesouro hoje 30 % do Orçamento do
Governo Federal. Somente um mês desse pagamento corresponde a todo o gasto anual do SUS, como mostra essa incrível tabela :


PERÍODO GASTO ANUAL COM
1 mês de juros =
Sistema do SUS
10 dias de juros =
Programa Bolsa Família
1 semana de juros =
Brasil Escolarizado
1 dia de juros =
Construção de Casas Populares
1 hora de juros =
Conservação de Museus
1 minuto de juros =
Política de Direitos Humanos



Outro aspecto fundamental  é pagar aos vereadores de cidades de todos os tamanhos apenas ajuda de custo, sem quaisquer outras remunerações, verbas de gabinete e assessores, pois contarão com suporte básico de suas câmaras, as quais não poderão custar mais de 1 % da arrecadação municipal.


Todos os motivados vereadores trabalharão normalmente, pois haverá somente 2 reuniões semanais e noturnas. Com toda essa economia, poder-se-á construir e manter creches + pré-escolas + escolas e salários dignos aos professores para a tão difícil universalização do ensino a partir de 1 ano de idade, como acima referido.


Assim e tão simplesmente, não haverá mais a menor falta de verbas para o que interessa ao País.

 

GESAC


A população começou em 2005 a desfrutar do projeto Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (GESAC), o maior programa de inclusão digital do País. Tal programa atinge atualmente 3,2 mil comunidades, entre escolas municipais e estaduais, sindicatos, e prédios de ONGs.


Hoje a rede completa do programa possui mais de 20 mil computadores conectados, formando a maior rede pública de conexão à sociedade da informação, que deverá atingir 6 milhões de cidadãos atendidos no Brasil.


N


CAMINHO DA ESCOLA
 

Em abril de 2009, foi noticiado que o governo federal acertara a encomenda de 3,3 mil embarcações
baseadas na Lancha de Ação Rápida (LAR) e na Lancha de Assistência Médica (LAM) da Marinha do Brasil, além de 300 Trimarãs para uso no transporte escolar, principalmente, na região amazônica e no litoral.


A compra faz parte do programa Caminho da Escola, administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia ligada ao Ministério da Educação.



O governo já contava então com recursos de R$ 100 milhões para investir no projeto em 2009. Os primeiros barcos deveriam ser entregues até dezembro.


O modelo de embarcação utilizado virá como uma adaptação das LAR e das LAM, utilizadas pela Marinha para serviços na Amazônia. Com capacidade para 16 alunos, as lanchas serão destinadas a populações ribeirinhas ou moradores de ilhas no litoral, que precisam de transportes curtos e rápidos.



LAR

Lancha de Ação Rápida - LAR,
da Marinha do Brasil.
(Foto Emgepron)



Além disso, o governo também projeta a construção de 300 barcos catamarãs. Eles teriam capacidade para até 35 alunos e também serviriam de sala de aula, em casos de enchentes. Com um grande convés, os catamarãs poderão ser adaptados como salas de aula, uma vez que serão equipados com quadro negro e cadeiras fixas.


As lanchas serão construídas na Base Naval de Val-de-Cães, em Belém pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), empresa de capital público que presta serviço para o Ministério da Defesa.


Este programa tem dimensões jamais vistas no País, pois nunca houve a encomenda de cerca de 3 mil unidades de lanchas. Essa construção das embarcações em grande escla ainda traz a vantagem de gerar muitos empregos.



LAM

Lancha de Apoio Médico - LAM,
da Marinha do Brasil.
(Foto Emgepron)



O programa “Caminho da Escola” foi criado em 2007 com o objetivo de renovar a frota de veículos escolares, garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais.


Só o fato de passar a haver transporte fluvial de primeira classe para os estudantes das comunidades ribeirinhas da Amazônia inteira e de ilhas de todo nosso litoral já é um grande salto de nossa Nação rumo a um futuro de educação plena.


O governo Lula não está a fim de brincar com educação e está colocando o dedo nos pontos nevrálgicos de nossa deficiente logística. A maior prova disso já é a compra desses 12,2 mil ônibus. As 3,3 mil lanchas também pertencentes ao programa Caminho da Escola terão um alcance social fantástico. Isso tudo deixa o ECONOMIA BR mais animado com o futuro do nosso povo.




FALTA QUERER


Correio Braziliense - 16 de agosto de 2007
Cristovam Buarque
Professor da Universidade de Brasília (UnB) e senador pelo PDT-DF
 

A Câmara dos Deputados realizou nesta semana oportuno debate com uma pergunta: “Por que a educação deu certo em outros países e não deu certo no Brasil?” A resposta exige apenas três palavras: “Porque eles quiseram”. A pergunta então é: “Por que não quisemos?”


Por quatro razões: primeira, cultural. Não somos um povo, elite e massa, com visão e sentimento de que educação é um valor fundamental. Para nós, educação é, no máximo, um serviço público, como água, esgoto; com valor inferior aos investimentos na infra-estrutura econômica, como energia, transporte, estrada, portos, aeroportos, bancos, e inferior também aos bens de consumo. Nenhuma família brasileira compraria uma televisão em uma loja parecida com a escola onde deixa seus filhos.


Faz parte da cultura brasileira ver a educação como capítulo secundário ao propósito de renda, patrimônio, bem-estar, soberania, justiça, democracia. O padrão de beleza é físico, jamais um jovem é tido como atraente por seus conhecimentos, por suas notas na escola. As novelas mostram seus heróis com base na riqueza, na saúde, no corpo atlético, nunca na formação literária, filosófica ou científica. E, se fizer essa inversão, parecerá falso.


Mesmo aqueles que se preocupam com a educação dos filhos olham menos o conhecimento que terão do que as vantagens salariais que poderão obter com seus conhecimentos. Por isso, no Brasil, o interesse é maior com o diploma do que conhecimento.


A segunda razão é histórica. A cultura é conseqüência da história. A população deseducada não dá valor à educação. A má escola de hoje é vista como boa, porque os pais nada tiveram, agora seus filhos têm onde ficar, comer e ter a impressão que estudam. A exclusão gera a aceitação da exclusão, como as castas na Índia. No Brasil, os pobres vêem as boas escolas como um direito apenas dos filhos dos ricos, e os ricos acham que basta educar seus filhos. Os primeiros acham que não é possível uma boa escola para todos, os outros acham que não é preciso.


Terceira, política. Somos um povo dividido entre elite e povão. E historicamente a vontade política é orientada para atender aos desejos da minoria privilegiada, não às necessidades das massas excluídas. Isso vale tanto para os produtos da economia, que atendem ao mercado formado pela renda dos ricos; como para os serviços sociais: moradia, água, esgoto, transporte, cultura e também educação.


Por isso, os aeroportos, por exemplo, são federais, mas as rodoviárias, municipais ou estaduais; as universidades, as escolas técnicas são federais, mas as escolas básicas, municipais ou estaduais. Quando os aeroportos entram em crise, o ministro é substituído, surge dinheiro para novas pistas, trens para levar os passageiros da cidade a novos aeroportos. Mas a tragédia educacional das greves se arrasta por meses sem qualquer ação da parte dos governos, especialmente o federal.


Quarta, abandono. Na educação, décadas de abandono fizeram com que o abandono gerasse um descaso ainda maior. O abandono provocou greves, as greves provocam mais abandono; o mesmo se passa com os baixos salários, e a perda de interesse dos professores, com as más condições dos prédios, com o roubo de equipamentos; com a violência.


São essas as principais razões que impedem o Brasil de dar o salto na educação: por falta de uma consciência social que nos impede de ter a vontade política coletiva de mudar. Por isso é tão difícil fazer a revolução educacional no Brasil. Não é porque não sabemos como fazer, é porque ainda não nos convencemos de que é preciso fazer.


A saída é fazer da educação uma questão nacional, fazer da escola uma responsabilidade federal. Tomar a decisão de que as escolas terão a mesma qualidade, independente da família em que a criança nasceu e da cidade onde vive. O desafio é convencer o povo de que isso é possível e preciso.


A maior tarefa de quem quiser mudar a educação brasileira é assumir o papel de educacionista, convencer, conscientizar os brasileiros de que é preciso e é possível, fazer essa revolução. Só mudando a cabeça do Brasil é que vamos educar as cabeças de nossas crianças, com a qualidade e a igualdade de que o Brasil precisa.





ESPORTES PARA TODOS


Como começou a ser feito em todo o País em 2003, esportes de todos os tipos vêm sendo oferecidos a milhões de crianças antes ou depois das aulas, com o Projeto SEGUNDO TEMPO, para que possam estar livres de pressões malignas ou ingênuas, como a do futebol, e até construírem carreiras esportivas visando a um digno Esforço Olímpico Nacional.


Este programa deveria contar com total apoio e estrutura dos 3 níveis de governo e financiado por elevados impostos sobre jogos (bingos sem máquinas) e loterias regularizados, federais e estaduais.



COB



Daiane

Daiane Dos Santos.



O esforço esportivo de milhares de atletas deverá ser finananciado um dia pelo Governo Federal através do programa BOLSA ATLETA, sancionado pelo Presidente Lula em 9 de julho de 2004.


Entretanto, somente em 25 de julho de 2005 foram entregues cartões magnéticos para somente 300 escolhidos entre 10 mil inscritos, devendo chegar a 1 mil até o final do ano. Em 2006, nã chegavam  a 1,3 mil atletas, com investimento anual de R$ 15 milhões. Tuso isso ainda corresponde a uma fase embrionária do programa.



Cerimônia Bolsa Atleta

Presidente Lula discursa para atletas olímpicos após sancionar
a Lei Bolsa Atleta, no Palácio do Planalto,
em 9 de julho de 2004.
(Foto Antônio Cruz - Agência Brasil - 41732)



Bolsa Atleta



O Brasil poderá programar o avanço deste programa em diversas fases (A a E abaixo), podendo ter como política atingir futuramente até 50 mil atletas com os seguintes custos anuais somente com o BOLSA ATLETA :



CATEGORIA
A
B
C
D
E
TALENTO
6.000
8.000
15.000
20.000
26.000
NACIONAL
2.500
4.000
5.500
9.000
12.000
INTERNACIONAL
1.000
2.000
3.000
4.000
8.000
OLÍMPICO
500
1.000
1.500
2.000
4.000
TOTAL
10.000
15.000
25.000
35.000
50.000
CUSTOS ANUAIS -
 EM R$ MILHÕES
75,6
128,4
199,2
279,6
458,4



Baseado em comprovação de índices olímpicas por entidades esportivas, os atletas recebem bolsas em diversos níveis : R$ 300 para categoria talento estudantil; R$ 750 para atleta nacional; R$ 1.500 para atleta internacional; e R$ 2.500 para atleta olímpico e paraolímpico. As empresas passam a ter benefícios tributários para investirem em esportes olímpicos.


No mesmo sentido, serão criados programas para ensino de xadrez, música e dança nas escolas, como já ocorre em diversos locais.


POLÍTICA NACIONAL DO ESPORTE


O Presidente Lula lançou em São Paulo, no dia 19 de agosto de 2005,
a Política Nacional do Esporte, que tem como objetivo incluir a criança e o adolescente no esporte e no lazer, levando-lhes cidadania e permitindo o desenvolvimento humano. 


Pela primeira vez se tem Ministério do Esporte com uma política nacional voltada para a área, como acontece com a saúde e a educação. Com essa política, o esporte passou a ser visto como uma ferramenta de desenvolvimento humano e o Governo espera universalizar o acesso da prática esportiva, ajudando no desenvolvimento humano, na inclusão social, na melhoria da qualidade de ensino e na promoção de saúde da população.


A inclusão vai se dar por meio de programas como o
SEGUNDO TEMPO, que tem como meta até o fim do Governo Lula atingir a 2 milhões de crianças. Em 2005, esse já era o maior programa sócio-esportivo do mundo, com 1 milhão de crianças e adolescentes que fazem, no contra-turno da escola, esporte, reforço escolar e alimentar.


Isso ajuda a melhorar a qualidade do ensino, a auto-estima da criança, a tirar da rua, faz uma ação de prevenção ao uso de drogas, à violência, à prostituição, à gravidez precoce. Estando ocupados, num turno na escola, no outro fazendo esporte, que é uma coisa prazerosa, que a criança quer e gosta de fazer, é evidente que estamos utilizando a ferramenta ‘esporte’ para o desenvolvimento integral.


A política nacional mudará radicalmente a forma de compreender a área esportiva. Deixará de ser algo secundário voltado para quem tem condições financeiras, para ser um direito de cada cidadão. Essa decisão deve repercutir em todos os atos, em orçamentos progressivos, crescentes.



PAN 2007



Entretanto, pouca coisa se viu durante o Pan-Americano 2007 no Rio de Janeiro, em que muitos medalhistas de ouro jamais viram sequer sombra de qualquer verba federal de apoio.




FONTES & LINKS


Emgepron

Blog Defesa BR :

       Marinha Construirá 3,3 mil Lanchas de Ação Rápida para Eestudantes






Volta ao Economia Brasileira no Futuro

A Economia Brasileira Hoje


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