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AS EXPORTAÇÕES

BRASILEIRAS


O AGRONEGÓCIO



Colheita

Colheita no Brasil.
 (Foto do
Ministério da Agricultura)


INTRODUÇÃO

SALDO DA BALANÇA DO AGRONEGÓCIO

NOVAS ÁREAS

O FUTURO





INTRODUÇÃO


A AGRICULTURA no Brasil já é vista hoje como a semente que pode transformar o País e levá-lo a uma condição de incontestável respeito e mesmo espanto no mercado internacional, vindo a assumir esse destacado papel que lhe cabe na economia mundial, pois será o maior produtor de alimentos e energia renovável do mundo em 2012, de acordo com a ONU.


Em vinte e poucos anos, o Brasil mais que dobrou a produção de grãos e de carne bovina e quadruplicou a produção de aves, num grande movimento que conjugou eficiência produtiva, desenvolvimento tecnológico, organização empresarial e novas formas de comercialização raras vezes presenciado no mundo.


Graças a isso, o País tornou-se o maior exportador mundial de soja, carne bovina e carne de frango - além de manter-se na liderança do café, açúcar, suco de laranja e tabaco. Além disso, é
o 3º em produção de frutas e o 4º em milho, por enquanto.


O maior dos fenômenos do campo, a soja, provocou mudanças profundas na geografia agrícola. A produção saltou de 15 milhões de toneladas para mais de 50 milhões em pouco mais de 20 anos. No passado, 80 % do grão era cultivado na região Sul, enquanto hoje 60 % é produzido nas regiões de Cerrado do Centro-Oeste.


Segundo a CONAB, a produção de grãos da safra 2004/2005 foi de 113,5 milhões de toneladas (mt), que foi inferior em 4,7 % à da safra anterior (119,1). Deste total, as regiões Sul, Sudeste, Centro–Oeste, Nordeste e Norte participam com 35,3 %, 15,3 %, 36,7 %, 8,9 % e 3,8 %, respectivamente.


A safra de 2006/2007 atingiu 133 mt. A produção mundial de grãos da safra 2002/03 (USDA) foi de 1,859 bilhão de toneladas (bt). Ainda hoje o Brasil só participa com cerca de 7 % do mercado mundial, por enquanto, e com gigantesco potencial de crescimento pela frente, pois ainda encontra-se no início da "adolescência".


Na safra de 2006/2007, a região Sul respondeu por volta de 57 mt, o Centro-Oeste 41,5 mt, o Sudeste 16,1 mt, o Nordeste 11,9 mt e o Norte 3,5 mt.



SAFRA 2006/ 2007 POR REGIÃO
MILHÕES DE TONELADAS


REGIÃO
PRODUÇÃO
%
SUL
57,0
43,8
CENTRO-OESTE
41,5
31,9
SUDESTE
16,1
12,4
NORDESTE
11,9
9,2
NORTE
3,5
2,7
TOTAL
130,0
100



Para dar uma idéia, o Paraná representa apenas 3 % do território nacional mas, com uma agricultura mais madura, produz 25 % de todos os grãos do País. Com todo o País plantado com uma agricultura madura, as colheitas anuais deveriam ser superiores a :


                 1 BILHÃO DE TONELADAS    (com 1 % = 10,2 mt).



Ainda no início dos tempos, o aumento das colheitas brasileiras é de 55 % nos últimos 12 anos e mais que o dobro sobre 1991 (57,6 mt). Muito trabalho será necessário para atender à crescente demanda mundial de cereais, já em quase 2 bt anuais, e não atendida pela produção mundial atual, muito menos a futura, já sem fôlego.



SAFRAS BRASILEIRAS
MILHÕES DE TONELADAS


SAFRA
PRODUÇÃO
90/91
57,6
01/02
97,1
02/03
123,6
03/04
119,1
04/05
113,5
05/06
124,9
06/07
133,0 *

* Dados da CONAB, Julho de 2007.



Relatório do USDA apontou produção mundial de 1,85 bt de grãos para consumo de 1,92 bt, em 2003. O consumo foi quase 4 % maior que a produção, e os estoques após a safra de 2002/3 ficaram 15 % menores que os anteriores.


Os lucros dos produtos agrícolas  mostram cada vez mais superiores aos obtidos pela pecuária. Acontece que a forte demanda por produtos agrícolas no mundo está transformando o cultivo da soja e milho muito mais atraentes.


Mesmo assim, as exportações de carne bovina do Brasil são crescentes e devem atingir de 5 mt em 2012.


Uma política de preços mínimos passou a ser praticada para estimular a produção, e para que o País deixasse de importar e passasse a exportar em larga escala, a médio prazo, pois o tempo é curto (vide CHINA abaixo).


Devido à sua fantástica produtividade, o Brasil assusta
outros competidores, que temem perder mais e mais mercado em um mundo em crescente aquecimento e secas. Esse é o motivo da onda protecionista nos EUA e na UE, que colocaram em risco a Rodada de Doha na OMC. Enquanto não houver avanços para um acordo na agricultura, não haverá acordos.


Por outro lado, estima-se que, em 2018, a CHINA estará importando mais que 2 bilhões de toneladas de alimentos. O que e o quanto poderá a Índia e o resto da Ásia estarem necessitando importar nessa mesma época ? E o Oriente Médio ? E a cansada, velha, exigente e rica Europa ? E os gordos consumistas americanos ?


A produção agrícola mundial não conseguirá acompanhar o crescimento do consumo até 2018, sendo que a agricultura da CHINA (su
a planície norte é responsável por 1/3 da colheita de grãos do mundo) deverá, inevitavelmente, entrar em colapso por falta de água.


Seus lençóis freáticos serão totalmente exauridos, o que levará a uma explosão mundial nos preços dos alimentos. O quase incomensurável mercado consumidor chinês terá saltado de 400 milhões de pessoas (de 1,3 bilhão de habitantes) para mais de 1,5 bilhão de consumidores com alto poder aquisitivo e de hábitos alimentares bastante exigentes, se comparados com os parcos hábitos atuais.




SALDO DA BALANÇA DO AGRONEGÓCIO


O Agronegócio atingiu em 2006 um forte superávit comercial de US$ 42,7 bilhões, contra US$ 38,4 bilhões em 2005 (mais 11,2 %), sendo o mercado exportador mais dinâmico da economia brasileira, representando, com justiça, pela modernidade e produtividade, o "fiel" da balança no saldo do comércio exterior do País.


Em 2006, as exportações do agronegócio atingiram em US$ 49,4 bilhões, com crescimento de 13,3 % sobre 2005, com US$ 43,6 bilhões.


O desempenho desse segmento contribuiu para o recorde nas vendas externas no setor do agronegócio em 2005. Os US$ 49,4 bilhões exportados equivalem a 35,9 % das exportações totais do País, que também alcançaram em 2006 a marca recorde de US$ 137,471 bilhões.



EXPORTAÇÕES DO
AGRONEGÓCIO
US$ BILHÕES


ANO
US$ BI
2005
43,6
2006
49,4
2007 *
55

* Projeção do ECONOMIABR para 2007.



Descontando os gastos com as importações do setor - que somaram US$ 6,7 bilhões em 2006, 28,8 % a mais do que em 2005 - o saldo comercial do agronegócio em 2006 foi de US$ 42,7 bilhões.


Esse valor representa impressionantes 92,7 % do saldo comercial total do País de 2005, que foi de US$ 46,077 bilhões. Como a cadeia produtiva na agricultura utiliza poucos insumos e matéria-prima importados, comparativamente a outros setores, a participação do agronegócio no saldo comercial tem crescido sempre.



EXPORTAÇÕES E BALANÇA
DO AGRONEGÓCIO
US$ BILHÕES



ANO
EXPOR
TAÇÕES
IMPOR
TAÇÕES
COMÉRCIO  TOTAL
SALDO
COMERCIAL
AUMENTO
DO SALDO

2002
25,0
4,7
29,7
20,3
-
2003
30,6
5,6
36,2
25,0
+ 22,4 %
2004
39,0
6,0
45,0
33,0
+ 27,4 %
2005
43,6
5,2
48,8
38,4
+ 16,4 %
2006
49,4
6,7
56,1
42,7
+ 11,2 %
2007*
55,0
7,0
62,0
48,0
+ 12,4 %

Ver
Empresário Online.
* Projeção do ECONOMIABR para 2007.




Os três principais mercados importadores têm sido a União Européia com 35 %, os EUA com 15 %, e a Ásia com 14 % das compras.




NOVAS ÁREAS


O Brasil colhe hoje algo como 130 milhões de toneladas de grãos (mt) ao ano. Para tal, explora somente 50 milhões de hectares (mh). Porém, recente relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) revela que o País ainda pode agregar outros 170 mh, igual a toda a área plantada dos EUA hoje, sem contar com a Amazônia e o futuro Nordeste irrigado.


No todo, o potencial é de mais que o dobro, chegando a 370 mh. Apenas o Mato Grosso possui 90 mh úteis e explora apenas 5 milhões. A Amazônia tem hoje 70 mh de área desflorestada e em degradação e mais áreas hoje plantadas com soja, mas todas ideais para o BIODIESEL. Junto com seu reflorestamento, poderiam ser utilizados 35 mh.


O mesmo ocorre com 135 mh em todo o vasto Nordeste, incluindo o semi-árido.
A Agricultura poderá ainda ocupar, por baixo, outros 90 milhões dos 220 mh hoje usados por pastagens para a pecuária.


Tendo 300 mh de novas áreas disponíveis para plantações de cana-de-açúcar, o Brasil poderia produzir hoje impensáveis 2 TRILHÕES DE LITROS DE ETANOL, com uma média de 6,67 mil litros por hectare.


Esse volume atenderia às necessidades do mundo em 2025.
Seriam 12,6 bilhões de barris anuais que, a apenas US$ 200,00, valeriam espantosos US$ 2,52 trilhões.



NOVAS ÁREAS PARA O ETANOL

MILHÕES DE HECTARES


REGIÃO
MH
MATO GROSSO
 85
AMAZÔNIA
5
NORDESTE
100
OUTROS
20
PASTAGENS
90
TOTAL
300



Com o uso de 200 mh dessas áreas novas, a área total utilizada poderá quintuplicar, chegando talvez a 250 mh, ou 47 % a mais que os EUA (já no seu limite, além de amplamente subsidiado e protegido), e podendo atingir uma produção de grãos de hoje inimagináveis 600 MILHÕES DE TONELADAS ANUAIS.


Por outro lado, pode-se contar com pequena parte da Amazônia (parte mínima dos 5,2 milhões de km2) e com o Semi-Árido do Nordeste irrigado pelo desvio de águas do Norte, como dos Rios Parnaíba e Tocantins (ver abaixo em LNN), e com o manancial hídrico de seu subsolo (aqüíferos), totalizando uma área de 170 mh somente para o cultivo de cana-de-aúcar e de plantas oleaginosas, com os quais se produzirá BIOCOMBUSTÍVEIS.


De acordo com a presente simulação do ECONOMIA BR, o cultivo de 170 mh no Nordeste e na Amazônia deverá render, aproximadamente, incríveis 13,8 BILHÕES DE TONELADAS de cana e plantas oleaginosas que, beneficiados, responderão com 544 BILHÕES DE LITROS de BIOCOMBUSTÍVEIS ao ano.


Serão 3,42 bilhões de barris de biocombustíveis anuais, ou uma gigantesca produção
em 2022 de algo como 9,4 milhões de barris diários equivalentes ao petróleo para exportação, só que já prontos para o consumo e muito mais valorizados pela difícil guerra da humanidade contra o aquecimento global.


Tudo isso já seria fantástico, sem sequer ressaltar o gigantesco potencial da área hoje utilizada no país para colher quase 500 MILHÕES DE TONELADAS de cana-de-açúcar a cada safra (conforme previsto para a safra 2006/07).


A futura LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE (LNN), com ÁGUA, REFLORESTAMENTO, CIVILIZAÇÃO, "choques" de produtividade, e um gigantesco POTENCIAL SINÉRGICO e ENERGÉTICO, inigualável no Planeta, é que poderá viabilizar tal produção total anual de 13,8 BILHÕES DE TONELADAS  de insumos para os BIOCOMBUSTÍVEIS.


Com excedentes de 600 mt de grãos, será possível representar 15 % de um mercado mundial consumidor de 4 bt anuais de alimentos em 2013, pois o planeta já terá atingido todas suas fronteiras agrícolas, entrando em esgotamento e declínio com aquecimento e desertificação, mas o Brasil poderá estar no meio de um longo caminho de prosperidade (desde que cuidando ainda hoje de seu meio-ambiente e nascentes com grandes investimentos).



O Mundo é o Limite

Perspectivas do agronegócio brasileiro.
(Arte Revista Bovespa)



O saldo comercial do agronegócio brasileiro poderá atingir a cifra anual de US$ 500 bilhões a partir de 2013, ou 20 vezes o saldo atual (500/25). Os produtos serão comercializados com alto valor agregado (ex: cortes de carnes, empacotamento para varejo feito já na origem) e seus preços finais serão, pelo menos, 3 vezes superiores aos atuais (de US$ 200 para > US$ 600 a tonelada). Isso estará puxando e alavancando todo o resto da economia para patamares ainda superiores.


A crescente demanda por alimentos na CHINA, na ÍNDIA e no mundo, além das possibilidades de transformar produtos agrícolas no necessário biocombustível (caso do óleo de soja, mamona, girassol, e da cana), são apontados como os principais motivos da forte expansão da agricultura.


E tudo isso acima poderá ser feito sem prejudicar a Amazônia, o Pantanal, ou ainda qualquer reserva ambiental do País, áreas que serão exaustivamente
monitoradas e preservadas, atividades em franco crescimento no País.


De fato, em 2007, o governo brasileiro passou a desenvolver um plano de expansão da produção de etanol  para exportação a nível global. O plano teve início com uma pesquisa da Unicamp, que verificou a viabilidade de o etanol brasileiro substituir 10 % da gasolina no mercado mundial, em 20 anos. Tal levantamento indicou que, para o Brasil chegar a essa posição, será necessário investir R$ 20 bilhões anuais em produção e logística.




O FUTURO



Memorando dos Biocombustíveis - 2007

Assinatura do Memorando de Cooperação em Biocombustíveis entre a
Secretaria de Estado Condoleezza Rice e o Ministro das Relações
Exteriores, Celso Amorim, em São Paulo, 9 de março de 2007.
(Foto Wilson Dias - ABr - 1420WDO1120)




O Futuro do Agronegócio, da Alimentação, do Desaquecimento e da Energia Mundial estará na LIGAÇÃO NORTE-NORDESTE (LNN) do Brasil, que fará com que produzam em menos de uma década mais do que TRÊS CALIFÓRNIAS, a região mais rica dos Estados Unidos e a 5ª maior economia mundial (e também irrigada).


Isso já deverá ser necessário para atender plenamente aos grandes mercados mundiais com ALIMENTOS e ENERGIA RENOVÁVEL.




Colheita

Colheita no Brasil.
 (Foto do
Ministério da Agricultura)



Isso porque grande parte da produção brasileira do AGRONEGÓCIO estará dedicada a ALIMENTAR A POPULAÇÃO E MOVER VEÍCULOS no Planeta inteiro a preços mais que elevados, e em poucos anos. Com isso, será garantida a soberania e o futuro de riqueza e bem-estar do Brasil, definitivamente.


Portanto, BIOCOMBUSTÍVEIS como o álcool e o biodiesel representarão ao Brasil um saldo comercial substancialmente superior a US$ 140 bilhões em 2015, para que sejam atingidas as crescentes metas de redução de emissões de carbono, que aquecem o Planeta.


N


PRODUÇÃO E EXPORTAÇÃO
DE ENERGIA RENOVÁVEL

EM MILHÕES DE BARRIS / DIA
EQUIVALENTES DE PETRÓLEO

COTAÇÃO MÉDIA ENTRE US$ 50 E US$ 250


ANO
PROD.
DIÁRIA
EXP.
DIÁRIA
EXP.
ANUAL
US$ BI/ANO A US$ 50 US$ BI/ANO A US$ 100 US$ BI/ANO A US$ 150 US$ BI/ANO A US$ 200 US$ BI/ANO A US$ 250
2010
0,9
0,4
146,0
7,30 14,60
-
-
-
2015
3,0
2,0
730,0
-
73,00
109,50
- -
2020
6,0
4,8
1.752,0
-
-
262,80 350,40
-
2022
10,0
8,4
3.066,0
-
-
-
613,20
766,50
2025
12,0
 10,0
3.650,0
-
-
-
-
912,50

Projeção de ECONOMIA BR com 10 mb diários em 2025, considerando-se baixa
demanda interna devido às exportações contratuais de combustíveis limpos.
Atualizado em junho de 2009 com cotações do petróleo acima de US$ 60 por barril de 159 litros.



Certamente, os produtos geneticamente modificados serão lugar comum em futuro próximo, em todo o mundo, o que fará com que a produtividade do Agronegócio brasileiro sofra um verdadeiro "choque de qualidade" e aumente acima de 30 %. E essa tecnologia ainda está apenas no início da evolução.



Colheita

Colheita no Brasil.
 (Foto do
Ministério da Agricultura)



Além disso, para o bem do meio-ambiente, a EMBRAPA desenvolveu (em 12 anos) novo sistema  de cultivo que elimina a utilização do fogo no preparo de área. Trata-se do Tipitamba, que utiliza uma trituradeira, a Tritucap, para preparar e aplicar a vegetação como cobertura morta sobre o solo. Pode ser usado através de cooperativas e associações de agricultores.


Além do benefício ambiental, traz aumento da produtividade, redução de tempo, de custos e de manutenção do cultivo, maior fertilidade e proteção do solo, e desnecessidade de repouso.


PREVISÃO DE SAFRAS


Em maio de 2004, o Ministério da Agricultura lançou o Sistema de Previsão de Safras no Brasil por Satélite e Aeronaves dedicadas. Equipamentos instalados em aviões passariam a mapear as áreas de cultivo e dar informações semanais sobre as principais culturas. Com ele, a CONAB terá uma previsão exata da safra agrícola. A mudança incorpora o que há de mais moderno no mundo e foi totalmente implantado em 2006.


A execução do programa tem o apoio do PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, e é baseado em necessidades internas e externas, devido ao crescimento da importância do agronegócio no País e no mundo.


Os produtores receberão, semanalmente, informações sobre as previsões climáticas e poderão adotar medidas para uma melhor produtividade.
Será usado nas culturas de café, milho, soja, laranja e cana-de-açúcar e depois será estendido para outras culturas e para todos os Países do Mercosul.




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