ENERGIA ELÉTRICA
A Produção de Energia Elétrica no mundo era
estimada em 17,4 bilhões de MWh em 2005. Os 10 primeiros produtores geravam
11.656.500 MWh,
ou 67 % de todo o mundo atual.
O Brasil ainda aparecia em 9º simplesmente porque ainda há
tudo a ser feito nessa área, pois não há
lógica em ficar atrás de Países pequenos como
Japão, Alemanha, França e Reino Unido, e do Canadá
com população de menos de 33,4 milhões (18 % da
brasileira, com 190 milhões), a longo prazo.
Seu potencial é de atingir uma produção quase 8
vezes maior que a atual em 20 anos, chegando a 3 bilhões de MWh.
As
projeções
indicam que o Brasil poderá quadruplicar (4X) sua atual
produção
de energia até 2015 - para próximo a 1,6 bilhão de
MWh, caso venha a ter pesadas taxas de crescimento econômico, o
que já
o colocaria em uma provável 3ª posição
mundial.
PRODUÇÃO DE ENERGIA
MWh
LUGAR
|
PAÍS |
MWh
|
ANO
|
1º
|
Estados
Unidos
|
4.062.000
|
2005
|
2º
|
China
|
2.866.000
|
2006
|
3º
|
Japão
|
1.025.000
|
2005
|
4º
|
Rússia
|
1.000.000
|
2007
|
5º
|
Índia
|
661.600
|
2005 |
6º
|
Canadá
|
609.600
|
2005 |
7º
|
Alemanha |
579.400
|
2005
|
8º
|
França
|
543.600
|
2005
|
9º
|
Brasil
|
396.400
|
2005
|
10º
|
Coréia
do Sul |
376.000
|
2007
|
Produção
de Energia da CIA
- The World Fact Book 2008.
Anos da estimativa feita.
FERROVIAS
O
total em extensão de Ferrovias no mundo é de 1.115.205
km. O
Brasil ficou quase um século voltado apenas para o transporte
rodoviário. Prova disso é estar bem abaixo de
países
muito menores como Alemanha, França e Argentina.
As projeções
indicam que o Brasil poderá dobrar sua atual malha
ferroviária nos próximos 10 anos, subindo para algo como
a 6ª posição.
Porém, seu potencial ainda é infinitamente superior, em
que poderia quadruplicar (4X) a atual malha para 120.000 km,
principalmente nos novos corredores para o Norte e para o Oceano
Pacífico e demais ligações de
integração com a América do Sul, alavancando a
economia e perdendo no mundo apenas para os EUA.
Com o forte aumento das exportações, o volume de cargas
deslocado por ferrovias no Brasil cresceu de 162 bilhões de ton
por km em 2001 para 225 bilhões em 2005, um aumento de 40 %.
A produção nacional de vagões e locomotivas
também saiu da estagnação de vários anos.
Em
2001, foram produzidas apenas 748 unidades. Em 2005, a
produção atingiu 7.500 unidades, em prol de uma demanda
represada. A frota de vagões de todo o sistema nacional chegou a
80 mil unidades em 2006.
As ferrovias respondiam em 2001 por 19 % do transporte de cargas no
País. Em 2008, passaram a responder por 26 %, já havendo
demanda para crescer até 50 % desse transporte.
Entre 2002 e 2005, o transporte ferroviário de cargas saltou de
170 bilhões de tku para 222 bilhões de tku, com
crescimento médio anual de 9,2 %.
FERROVIAS
KM - 2006
LUGAR
|
PAÍS |
KM
|
1º
|
Estados
Unidos
|
226.612
|
2º
|
Rússia
|
87.157
|
3º
|
China
|
75.438
|
4º
|
Índia
|
63.221
|
5º
|
Alemanha
|
48.215
|
6º
|
Canadá
|
48.068
|
7º
|
Austrália
|
38.550
|
8º
|
Argentina
|
31.902
|
9º
|
França
|
29.370
|
10º
|
Brasil
|
29.295
|
Ferrovias da CIA
- The World Fact Book 2008.
Em 2008,
projeções
feitas pelo Centro de Excelência em Logística da FGV de
São
Paulo indicaram que as ferrovias brasileiras receberão
até
2015, investimentos de R$ 25 bilhões, contando apenas os
investimentos
realizados pelo setor privado.
Esses investimentos devem elevar de 26 % para 32 % a
participação
do segmento na matriz de transporte e aumentará a malha dos
atuais
29 mil km para aproximadamente 36 mil km até 2015, que o ECONOMIA BR vê como bastante
conservadores
frente ao crescimento e às necessidades logísticas do
País.
Além dos investimentos no aumento da malha, serão
realizados
investimentos em vias permanentes (trilhos e acessórios) e em
material
rodante (locomotivas e vagões). Segundo o management da
Associação
Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), as empresas
irão
adquirir cerca de 80 locomotivas e 3.000 vagões por ano
até
2015.
RODOVIAS
Pelas
Rodovias brasileiras trafegam com quase 1 milhão de
caminhões transportando todo tipo de cargas, sendo mais da
metade composta por autônomos e o restante por frotas de
transportadoras.
O grande problema rodoviário brasileiro na atualidade tem sido a
baixa taxa de manutenção dos últimos anos, o
que causa enormes dificuldades a quem as utiliza. O transporte de
cargas recebe pouca fiscalização de peso máximo
dos veículos, o que só tem agravado a
situação.
Novos programas de manutenção de estradas e de
fiscalização vêm sendo implementados desde 2004, a
passos lentos. Somente depois disso será possível um
programa de grande ampliação dessas vias, com potencial
de que a rede seja dobrada (2X) em 10 anos.
RODOVIAS
KM - 2005
LUGAR
|
PAÍS |
KM
|
1º
|
Estados
Unidos
|
6.430.366*
|
2º
|
Índia
|
3.383.344
|
3º
|
China
|
1.870.661
|
4º
|
Brasil
|
1.751.868
|
5º
|
Japão
|
1.183.000
|
6º
|
Canadá
|
1.042.300
|
7º
|
França
|
956.303
|
8º
|
Rússia
|
871.000
|
9º
|
Austrália
|
810.641
|
10º
|
Espanha
|
666.292
|
(*) Dados dos EUA e
Canadá são
referentes a 2005 e o restante a 2003 e 2004.
A China saltou de 1.402.698 km em 2000 para 1.809.829
km em 2003 (+ 407.131 km), tirando o 3º lugar do Brasil.
AEROPORTOS
Considerando-se
o total de aeroportos, sejam pavimentados ou não, porém
utilizáveis, o Brasil encontra-se em 2º lugar no mundo,
perdendo apenas para os EUA, com quase 15.000 aeroportos. O mundo teria quase 50.000 aeroportos em
2006.
Em 2006, o Brasil possuía 4.276 aeroportos e vem tendo o
maior crescimento em todo o mundo. Adicionou mais 213 aeroportos entre
2002 e 2003, mais 333 entre 2003 e 2004, mais 87 entre 2004 e 2005, e
ainda
mais 53 entre 2005 e 2006, condição única hoje no
planeta. E conseguiu isso tendo baixíssimo crescimento
econômico
no período acima.
O Brasil precisa da aviação geral como poucos
Países no mundo. Pela grande extensão territorial, sua
aviação é hoje tão essencial que é
impossível dissociá-la dos destinos econômicos do
País. É um mercado em
que todos os seus setores respondem vigorosamente ao crescimento da
economia.
Detentor da
3ª maior frota aérea atual, o Brasil conta com mais de 11.000 aeronaves
e 32.000 pilotos em atividade, e as perspectivas desse mercado
são bastante animadoras.
Na Aviação Executiva, o
Brasil é o 2º em quantidade de jatos e helicópteros
particulares do mundo. Tal mercado movimentou US$ 350 milhões em 2005
só em aquisição de aeronaves.
Já
em 2006, houve um impressionante salto de 71 %, atingindo-se a cifra de
US$ 600 milhões em vendas de jatos executivos e
helicópteros particulares no País, segundo a ABAG. Isso ajuda
a explicar parcialmente o presente caos do controle aéreo.
É um
dos principais importadores e exportadores de aeronaves executivas no
mercado mundial, como o Embraer 135 Legacy, Learjet 40 e 45 e os
Cessnas Citation Jet.
Em 2007, havia
cerca de 350 jatos, 700 turboélices e 1.000 helicópteros
(metade só em São Paulo) executivos no País.
Convencionou-se
classificar no segmento executivo somente as aeronaves
equipadas com motores à turbina. É uma
frota total de cerca de 2.000 aeronaves, o que coloca o País em
2º
lugar no mundo. Em 3º vem o México. Em 1º, com uma
frota
20 vezes maior do que a nossa, estão os Estados Unidos.
Apenas como curiosidade,
a
EMBRAER construiu em Gavião Peixoto esta
pista de
testes de 5.000 metros, a maior da
América Latina e uma das 3 maiores do mundo.
(Foto
Divulgação da Embraer)
Já a frota
brasileira de aviões agrícolas é composta hoje de
1,2 mil aviões, a 2ª maior do mundo, que cresce 6 % ao ano
e
explodiu suas vendas em mais de 100 % só em 2004.
Os aparelhos da brasileira Neiva, subsidiária da Embraer
correspondem a 80 % do total. A Neiva já entregou por volta de 1
mil aviões Ipanema em 31 anos de produção. O Brasil tem
1.300 pilotos agrícolas habilitados.
A Aviação Comercial
vem tendo grande crescimento desde 2005, com a entrada de 11 novas
companhias aéreas, principalmente as de baixo custo, ao estilo
da exitosa
GOL. O setor vive um BOOM de
passageiros.
AEROPORTOS
2007
LUGAR
|
PAÍS |
AEROPORTOS
|
1º
|
Estados Unidos
|
14.947
|
2º
|
Brasil
|
4.263
|
3º
|
México
|
1.834
|
4º
|
Canadá
|
1.343 |
5º
|
Argentina
|
1.272
|
6º
|
Rússia
|
1.260
|
7º
|
Bolívia
|
1.061
|
8º
|
Colômbia
|
934
|
9º
|
Paraguai
|
838
|
10º
|
África
do Sul
|
728
|
Aeroportos da CIA
- The World Fact Book 2008.
A China possuía somente 489
Aeroportos
em 2005 e 486 em 2006.
AEROPORTOS
COM PISTAS PAVIMENTADAS
Considerando-se
o total de Aeroportos Pavimentados, o Brasil também encontra-se
em 2º lugar no mundo, com 714 aeroportos segundo a CIA, perdendo
apenas para os EUA. Entretanto, o mercado local indica haver hoje mais
de 740 aeroportos com pistas pavimentadas.
Haverá
nova redistribuição federativa a partir de 2007, devendo
aumentar para algo próximo a 40 Estados. Muitas cidades
serão criadas e/ou estimuladas.
Em julho de 2004, o Governo Federal anunciou um programa com
estímulos para o desenvolvimento acelerado da
Aviação Regional, que poderá levar a uma nova onda
de crescimento do transporte aéreo, que ainda está sendo
descoberto pela população de
média e mesmo baixa renda.
O Brasil tem
5.563 mil municípios e cerca de 2,7 mil pistas de pouso
registradas, o que significa praticamente
1 para cada 2 municípios. O acesso às cidades brasileiras
por avião deveria, portanto, ser muito fácil.
Mas, atualmente, somente 110 cidades brasileiras são atendidas
por linhas aéreas regulares. O programa pretende elevar esse
número para 200, incluindo cerca de 90 cidades de pequeno e
médio portes.
As opções para a
população das outras cidades são deslocar-se para
o aeroporto mais próximo, comprar um avião particular ou
alugar um táxi aéreo, sendo as 2 últimas
válidas para os muito poucos.
Há 16 anos, 350 cidades brasileiras eram atendidas por
vôos comerciais. Cerca de de 240 cidades perderam os
aviões porque
seus aeroportos não comportavam aeronaves de grande porte, mas
comportam aeronaves pequenas e médias. É nesse
espaço
que o mercado deseja investir e crescer.
Ver matéria na Revista FLAP.
AEROPORTOS PAVIMENTADOS
2002 A 2005
LUGAR
|
PAÍS |
2002 |
2003
|
VAR.
|
2004
|
VAR. |
2005
|
VAR.
|
1º
|
Estados
Unidos
|
5.131
|
5.128
|
-
3
|
5.128
|
0
|
5.120
|
-
8
|
2º
|
Brasil
|
665
|
677
|
+
12
|
698
|
+
21
|
709
*
|
+
11
|
3º
|
Rússia
|
471
|
585
|
+
114
|
577
|
-
8
|
640
|
+
63
|
4º
|
Canadá
|
507
|
505
|
-
2
|
503
|
-
2
|
508
|
+
5
|
5º
|
China
|
352
|
332
|
-
20
|
383
|
+
51
|
389
|
+
6
|
5º
|
Reino
Unido |
334
|
334
|
0
|
334
|
0
|
334
|
-
|
7º
|
Alemanha
|
328
|
331
|
+
3
|
331
|
0
|
332
|
+
1
|
8º
|
França
|
273
|
281
|
+
9
|
283
|
+
2
|
288
|
+
5
|
9º
|
Índia
|
232
|
234
|
+
2
|
234
|
0
|
239
|
+
5
|
10º
|
México
|
231
|
231
|
0
|
233
|
+
2
|
227
|
-
6
|
AEROPORTOS PAVIMENTADOS
2006 E 2007
LUGAR
|
PAÍS |
2006
|
2007
|
VAR.
|
1º
|
Estados
Unidos
|
5.119
|
5.143
|
+ 24
|
2º
|
Brasil
|
714
|
718
|
+ 4
|
3º
|
Rússia
|
616
|
601
|
- 15
|
4º
|
Canadá
|
509
|
509
|
-
|
5º
|
China
|
403
|
403
|
-
|
5º
|
Reino
Unido |
334
|
310
|
- 24
|
7º
|
Alemanha
|
332
|
331
|
- 1
|
8º
|
França
|
292
|
292
|
-
|
9º
|
Índia
|
243
|
250
|
+ 7
|
10º
|
México
|
228
|
231
|
+ 3
|
Aeroportos
Pavimentados da CIA
- The World Fact Book 2008.
(*) Segundo a ANAC, o Brasil possui 740 Aeroportos Pavimentados.
HELIPONTOS
Considerando-se
o total de Helipontos, complexos especialmente utilizados para pousos e
decolagens de helicópteros, o Brasil encontra-se em 1º
lugar no mundo, segundo o CIA Fact Book 2005 (no CIA Fact Book 2003, o
Brasil perdia para os EUA, que teriam 5.525 helipontos).
Existem
hoje 25.000 helicópteros no mundo, sendo mais de 12.000 nos EUA
e mais de 1.000 no Brasil.
São Paulo é a 2ª cidade com a maior frota desses
aparelhos no mundo, com 330 aparelhos. O Estado de São Paulo tem
456 aparelhos, quase metade da frota brasileira. A frota paulistana só fica
atrás da de Nova York. Até 2004, ela ocupava o 3º
lugar. A capital japonesa, Tóquio, ainda estava à frente.
Considerada a capital brasileira do helicóptero, São
Paulo tem hoje dois aeroportos habilitados para operações
– Campo de Marte e Congonhas –, três helicentros e 260
helipontos, destes 200 elevados, ou seja, em edifícios. No entorno do aeroporto,
há 118 helipontos.
Em 2006, o Campo
de Marte, na Zona Norte da cidade, concentra o maior movimento de
helicópteros, com 240 operações de pouso e
decolagem por dia, na média, em um total de 7,2 mil por
mês.
No Aeroporto de Congonhas, são cerca de 50
operações, ou 1,5 mil por mês. No helipontos do entorno do
aeroporto, há uma média diária de 200
operações, ou 6 mil por mês. O total seria de quase
500 operações diárias de pouso e decolagem, ou 15
mil mensais.
Das 6 rotas da
cidade para este tipo de aeronave, quatro já exigem que os
pilotos elevem o aparelho em 200 pés – ou 60 metros.
Em São
Paulo, helicópteros são hoje usados como os
automóveis, no melhor estilo de ficção dos
Jetsons, acima do caos dos engarrafamentos. Na maior parte do mundo, os
helicópteros particulares não podem operar sobre as
grandes cidades. Tóquio,
Los Angeles e Nova York somam 20 helipontos.
Por esse
motivo, São Paulo teve inaugurada em 2004 a primeira e ainda
única Torre de Controle de Vôo de Helicópteros do
mundo. Está localizada no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da
capital.
HELIPONTOS
2007
LUGAR
|
PAÍS |
HELI
PONTOS
|
1º
|
Brasil
|
417
*
|
2º
|
Coréia
do Sul
|
206
|
3º
|
Estados
Unidos
|
146
|
4º
|
Rússia
|
47
|
5º
|
Alemanha
|
28
|
6º
|
China
|
35
|
7º
|
Índia
|
30
|
7º
|
Indonésia
|
17
|
9º
|
Coréia
do Norte
|
23
|
10º
|
Paquistão
|
18
|
Helipontos da CIA
- The World Fact Book 2008.
(*) Em 2008, o CIA Fact Book
enlouqueceu (got crazy) !
(Brasil com somente 16 e Coréia do Sul com 536)
Dados anteriores dos EUA com 5.525 Helipontos e atuais
com somente 153 (JUL 2004, OUT 2004, FEV 2005, JUL 2005,
ABR 2006) e 149 ( DEZ 2006 e MAI 2007), e 146 (FEV 2008) com
possível erro do CIA Fact Book.
Mais os recorrentes erros com Coréia do Sul =537 (ABR 2006),
540 (DEZ 2005 e MAI 2007), e 536 (FEV 2008). Mais erros com
Canadá =
319 em 2005 e 2006, caindo para 12 em MAI 2007(este vindo do nada);
e 11 em FEV 2008.
VIAS
NAVEGÁVEIS
O
Brasil possui uma das maiores extensões de vias
navegáveis do
mudo, contando ainda com acelerada expansão nos próximos
anos em rios e canais navegáveis pelo interior.
(Clique na foto para
ampliação)
Como
curiosidade, o vão central da ponte
Rio-Niterói é considerado o maior do mundo em estrutura
metálica. São 848 metros
de extensão. Mais de 250 pessoas trabalham diariamente na
conservação e manutenção da ponte.
VIAS NAVEGÁVEIS
KM - 2007
LUGAR
|
PAÍS |
KM
|
ANO
|
1º
|
China
|
124.000
|
2006
|
2º
|
Rússia
|
102.000
|
2006
|
3º
|
Brasil
|
50.000
|
2007
|
4º
|
Estados
Unidos
|
41.009
|
2007
|
5º
|
Indonésia
|
21.579
|
2007
|
6º
|
Colômbia
|
18.000
|
2006
|
7º
|
Vietnã
|
17.702
|
2005
|
8º
|
Congo
(DRC)
|
15.000
|
2005
|
9º
|
Índia
|
14.500
|
2006
|
10º
|
Burma
|
12.800
|
2007
|
Vias
Navegáveis da CIA
- The World Fact Book 2008.
O Brasil é
equivalente à União Européia
inteira, que tem 53.512 km.
PORTOS
Os portos brasileiros vêm
passando por uma verdadeira revolução na última
década, que inclui: operação privada,
modernização
de equipamentos e de procedimentos, aumento de produtividade e
redução de custos.
Os 24 principais
portos brasileiros apresentam atualmente desempenho incomparavelmente
melhor que o de poucos anos atrás, com tendência a
melhorias mais profundas nos próximos anos. O principal porto
brasileiro é o de
Santos (São Paulo), com mais de 11 quilômetros de cais
acostável.
(Clique na foto para
ampliação)
Outros portos
que se destacam são: Rio Grande (Rio Grande do Sul) e
Paranaguá (Paraná), principalmente pela
movimentação de grãos; Sepetiba (Rio de Janeiro),
Tubarão (Espírito Santo) e Itaqui (Maranhão),
enormes terminais especializados em minério; e os portos do Rio
de Janeiro, Itajaí (Santa Catarina), Recife (Pernambuco) e
outros dedicados à carga geral, contêineres e
granéis.
A capacidade
instalada dos terminais marítimos privados
especializados na movimentação de contêineres já é
suficiente em 2004 para absorver o explosivo crescimento verificado no
comércio exterior e, ainda assim, tem investimentos programados
de US$ 150 milhões até 2007.
Os terminais brasileiros
hoje movimentam mais de três milhões de contêineres
(só o Porto de Santos responde por um milhão de
unidades).
Desde 1997, quando começou a privatização dos
terminais,
esse número triplicou.
Houve um fabuloso aumento de
produtividade, que viabilizou o corte nas tarifas: antes se pagava
cerca de US$ 600 por contêiner movimentado e atualmente os
preços variam de US$ 100 a US$ 200, nivelando os portos
brasileiros a padrões internacionais .
Os terminais informatizaram
seus serviços e têm sistemas que automaticamente
determinam as melhores áreas para armazenamento dos
contêineres junto ao cais (e a posição em que o
cofre de carga ficará dentro do navio quando for embarcado).
Tudo isso agiliza a operação e permite que um navio possa
ser descarregado e carregado (ou vice-versa) em menos de 16 horas.
Com uma frota
de apenas 116 navios mercantes, dos
quais 52 são usados no transporte de combustível, o
Brasil arca com US$ 6 bilhões ao ano com o pagamento de
aluguéis de 180 embarcações que fazem o transporte
das exportações. A considerar a expansão da venda
dos produtos brasileiros no exterior, essa é uma despesa que
tende a aumentar.
Por
isso, é fundamental a construção de
navios no País. O Fundo da Marinha Mercante (FMM), administrado
pelo Tesouro Nacional, arrecada anualmente R$ 750 milhões a
partir
da cobrança do Adicional ao Frente para Renovação
da Marinha Mercante, contribuição cobrada de cada navio
que atraca nos portos brasileiros.
FONTES & LINKS
CIA
- The World Fact Book 2008
Obs : as
informações desta fonte são dinâmicas,
mudando continuamente.