
O domínio ECONOMIA BR pertence ao portal DEFESA BR e aposta na revolução em PD&I para a Nação, pois o recurso estratégico para o desenvolvimento econômico e social é o domínio da tecnologia com inovação.
Sua aplicação no AGRONEGÓCIO e na cada dia mais importante AGROENERGIA será a chave para o sucesso no Comércio Exterior em níveis nunca sequer imaginados pelos brasileiros, pois sua produção estará dedicada a ALIMENTAR A POPULAÇÃO E MOVER VEÍCULOS no planeta inteiro a preços mais que elevados, e em poucos anos.
Com a área plantada atingindo 250 milhões de hectares, a produção de grãos chegará a inimagináveis 600 MILHÕES DE TONELADAS anuais de alimentos em alguns anos.
Já o cultivo de 170 mh no Nordeste irrigado e em pequena parte da Amazônia reflorestada deverá render, aproximadamente, incríveis 13,8 BILHÕES DE TONELADAS de cana e plantas oleaginosas que, beneficiados, responderão com 544 BILHÕES DE LITROS de BIOCOMBUSTÍVEIS ao ano, além de todo alimento que vão gerar.
Serão 3,43 bilhões de barris anuais de biocombustíveis, ou uma gigantesca produção diária de 9,4 milhões de barris equivalentes ao petróleo para exportação, só que já prontos para o consumo e muito mais valorizados pela difícil guerra da humanidade contra o aquecimento global.
O ECONOMIA BR é, basicamente, FICTÍCIO. Deve ser lido como um exercício de simulação e planejamento de longo prazo, com capacitação tecnológica para o desenvolvimento econômico e social do país.
Estátua do Cristo Redentor, o Corcovado, no Rio de Janeiro,
decolando como um foguete. Manchete: O Brasil Decola.
Objetiva ainda despertar a consciência nacional para o INESCAPÁVEL DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO e SOCIAL do Brasil.
Prevê o forte impulso em comércio exterior de produtos e serviços com altíssima AGREGAÇÃO DE TECNOLOGIA E VALOR. Tudo isso pode ser alcançado pelo país com objetivos definidos, muito esforço, organização, profissionalismo e persistência político-social.
Em abril de 2008, o bilionário americano do setor imobliário e barão da mídia Sam Zell afirmou que apostaria investir no Brasil se tivesse uma única opção. "Eu compraria Brasil. O país tem a chance de ser uma potência econômica maior que a China nos próximos 30 anos."
Ele disse que a população de 200 milhões, a força de trabalho qualificada, o poder do setor agrícola e a abundância de recursos naturais, fez do país em grande medida auto-suficiente.
Lula e o primeiro Óleo.Em abril de 2008, a Standard & Poor's (S&P), uma conceituad agência de classificação de risco, deu o grau de investimento ao Brasil. Ela foi acompanhada pela Fitch no mesmo ano.
Lula apresenta ao mundo o primeiro óleo extraído da camada
pré-sal em 2 de setembro de 2008. Sua pose representaria uma
interessante referência à Estátua da Liberdade de Nova York.
(Foto Ricardo Stuckert / PR - 02092008G00004v)
Em setembro de 2009, foi a vez da Moody's fazer o mesmo. A partir daí, aguarda-se a elevação em mais um grau das outras duas agências, o que favorecerá ainda mais os investimentos no Brasil.
Em 28 de novembro de 2009, foi anunciado que o Brasil havia conquistado o direito de ter poder de veto no FMI. Com isso, os países do BRIC passaram a ter o mesmo peso dos países avançados nas reuniões do FMI. A partir daí, somente os BRICs, os EUA, o Japão e os países da União Europeia têm poder de veto sobre as principais decisões do FMI.
O Brasil passaria a integrar o NAB (Novos Acordos de Empréstimo), com uma contribuição de até US$ 14 bilhões ao Fundo. O NAB foi criado em 1998 e conta atualmente com 26 participantes e uma disponibilidade de recursos de US$ 54,5 bilhões. O novo NAB será 11 vezes maior. O valor total deve ficar próximo a US$ 600 bilhões.
Para o melhor futuro, faz-se necessário um urgente Planejamento Estratégico com Políticas Industrial, de Serviços, de Agronegócio, de Comércio Exterior, de Educação e Conhecimento, Acordos & Alianças comerciais, econômicos, tecnológicos e científicos com outros países semelhantes, especialmente os do GRUPO BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), além da obrigatória e urgente inserção econômica, social e educacional da população ainda hoje abaixo da linha de pobreza.
Um famoso estudo do Banco de Investimentos Goldman Sachs conhecido como "Sonhando com os BRICs" e divulgado em outubro de 2003 previu que o Brasil estará entre as 5 maiores potências mundiais em 2050. Para o ECONOMIA BR isso poderá acontecer até 2012.
Especula-se em todo o mundo atual que, em 2002, foi formada uma ALIANÇA ESTRATÉGICA entre estes BRICs, a qual nunca foi anunciada abertamente, nem teriam sido formalizados documentos a respeito.
Coincidentemente, o estudo do Goldman Sachs foi divulgado um ano depois, ocasião em que estes países também passaram a ser convidados para parte das reuniões do G-8 (com a Rússia), anualmente, o que passou a ser denominado informalmente de G-8 Ampliado. Com a crise de 2008, o mundo passou a depender menos desse G-8 Ampliado e mais do G-20.
Em 2006, um estudo elaborado pela consultoria PricewaterhouseCoopers, chamado "O Mundo em 2050", previu que a economia brasileira será a 4ª maior do mundo em 2050, sendo superada apenas por China, EUA e Índia.
O levantamento fortalece uma crescente aposta da comunidade financeira internacional de que o mapa econômico mundial será profundamente alterado nas próximas décadas, com os grandes países emergentes tornando-se as as reais potências econômicas do planeta.
Com isso, os países do GRUPO BRIC já se consolidaram desde 2007 como uma aposta de longo prazo entre os grandes investidores mundiais.
Para o ECONOMIA BR, o BRASIL ficará ao lado dos EUA e da CHINA, e isso ocorrerá antes de 2025.
O Brasil será a melhor aposta de todas
para a humanidade que procura sobreviver
à sua própria armadilha ambiental.