O ECONOMIA BR
simula um
Planejamento de Longo Prazo
de DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL NO
BRASIL no período de 15 anos entre 2008 e 2022 com
Pesquisa Científica e Desenvolvimento
Tecnológico
Inovadores (PD&I), Agricultura, Comércio
Exterior e larga multiplicação de efeitos
sobre a economia brasileira.
ÍNDICE
ATUALIZADO
EM 05 DE SETEMBRO DE 2008
O subdomínio ECONOMIA BR
pertence ao site DEFESA BR e aposta na revolução em PD&I para a Nação, pois o recurso
estratégico para o desenvolvimento
econômico e social é
o domínio da tecnologia
com inovação.
Sua aplicação
no AGRONEGÓCIO e na cada
dia mais importante AGROENERGIA
será a chave para o sucesso no Comércio Exterior em
níveis nunca sequer imaginados pelos brasileiros, pois sua produção estará
dedicada a ALIMENTAR A
POPULAÇÃO E MOVER VEÍCULOS no planeta
inteiro a preços mais que elevados, e em poucos anos.
Com a área plantada
atingindo 250 milhões de
hectares, a
produção de grãos chegará a inimagináveis 600 MILHÕES DE TONELADAS
anuais de alimentos em alguns anos.
Já o cultivo
de 170 mh no Nordeste irrigado e em pequena parte da Amazônia
reflorestada deverá render, aproximadamente, incríveis 13,8
BILHÕES DE TONELADAS de cana e plantas oleaginosas que, beneficiados,
responderão com 544 BILHÕES DE
LITROS de BIOCOMBUSTÍVEIS
ao ano, além de todo alimento que vão gerar.
Serão 3,43 bilhões de barris anuais de
biocombustíveis, ou uma gigantesca produção
diária de 9,4 milhões de
barris equivalentes ao petróleo para exportação, só que
já prontos
para o consumo e muito mais valorizados pela difícil guerra da
humanidade
contra o aquecimento global.
O ECONOMIA BR é, basicamente, FICTÍCIO.
Deve ser lido como um
exercício de simulação e planejamento de longo prazo, com
capacitação tecnológica
para o desenvolvimento econômico e social do País.
Objetiva ainda despertar a
consciência nacional para o INESCAPÁVEL DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
e SOCIAL do Brasil.
Prevê o forte impulso em comércio exterior de produtos e serviços com altíssima AGREGAÇÃO DE TECNOLOGIA E VALOR. Tudo isso pode ser alcançado pelo País com
objetivos definidos, muito esforço,
organização, profissionalismo e persistência político-social.
Em abril de 2008, o bilionário americano do setor
imobliário
e barão da mídia Sam Zell afirmou que apostaria investir
no Brasil se tivesse uma única opção. "Eu
compraria
Brasil. O país tem a chance de ser uma potência
econômica
maior que a China nos próximos 30 anos."
Ele disse que a população de 190 milhões, a
força de trabalho qualificada, o poder do setor agrícola
e a abundância de recursos naturais, fez do País em grande
medida auto-suficiente.
Lula
apresenta ao mundo o primeiro óleo extraído da
camada pré-sal em 2 de setembro de 2008.
(Foto Ricardo Stuckert / PR - 02092008G00004v)
Em 30 de abril de 2008, a
Standard & Poor's (S&P), a
agência mais conceituada de risco, deu finalmente o grau de
investimento ao Brasil.
Para o melhor futuro, faz-se necessário um urgente Planejamento Estratégico com Políticas
Industrial, de Serviços, de Agronegócio, de
Comércio Exterior, de Educação e Conhecimento,
Acordos & Alianças comerciais, econômicos,
tecnológicos e científicos com outros Países
semelhantes, especialmente os PAÍSES BALEIAS
ou GRUPO BRIC, além da
obrigatória e urgente inserção econômica,
social e educacional da população ainda hoje abaixo da
linha de pobreza.
Um famoso estudo do Banco de
Investimentos Goldman Sachs conhecido como "Sonhando com os BRICs" e divulgado em outubro de 2003 previu
que o Brasil estará entre as 5 maiores potências mundiais
em 2050.
Especula-se em todo o mundo atual que, em 2002, foi formada uma ALIANÇA
ESTRATÉGICA entre estes BRICs, a qual nunca foi anunciada abertamente,
nem teriam
sido formalizados documentos a respeito.
Coincidentemente, o estudo do Goldman Sachs foi divulgado um ano depois, ocasião
em que estes Países também passaram a ser convidados para
parte das reuniões do G-8 (com a Rússia), anualmente, o que passou a ser
denominado informalmente de G-8
Ampliado.
Em 2006, um
estudo elaborado pela consultoria PricewaterhouseCoopers,
chamado "O Mundo em
2050", previu que a economia brasileira será a 4ª maior
do mundo em 2050, sendo superada apenas por China, EUA e Índia.
O levantamento fortalece uma crescente aposta da comunidade financeira
internacional de que o mapa econômico mundial será
profundamente alterado nas próximas décadas, com os
grandes Países emergentes tornando-se as as
reais potências econômicas do
planeta.
Com isso, os Países
do GRUPO BRIC
(Brasil, Rússia, Índia e China) já se consolidaram
desde 2007 como uma aposta de longo prazo entre os grandes investidores
mundiais.
O
Brasil será a melhor aposta de todas
para a humanidade que procura sobreviver
à sua própria armadilha ambiental.